Saude dos pets

Esse post nao vai interessar todo mundo, para quem nao tem animal de estimacao talvez vale so por curiosidade ou se voce tem amigos que tenham bichinhos.

Desde a fase pre-embarque pesquisavamos seguro saude para pets, sabendo que servicos veterinarios ja nao sao baratos no Brasil e aqui seriam mais caros ainda. Acontece que o tempo vai passando, sua to-do-list nunca se esgota e tarefas menos urgentes vao sendo empurrada para o fim da lista.

No nosso caso especifico, em 6 anos com a gente a Mei nunca teve ate algumas semanas atras problema de saude algum. As visitas ao veterinario sempre foram limitadas as vacinas e consultas padroes anuais e por mais esse motivo nao achavamos que o seguro saude dela fosse uma coisa tao urgente assim. Por mais cliche que ela possa soar, o ditado “o seguro morreu de velho” eh a mais pura verdade.

"Encontre o item que nao estava na lista de compras"

Na epoca que recebemos nossa visita por aqui a Mei comecou com um comportamento um pouco suspeito de se isolar. Vez por outra, geralmente quando chove, ela tem costume de se esconder embaixo do armario da cozinha na porta onde guardamos sacos de lixo e suprimentos de limpeza, entao quando ela passou a ficar mais tempo escondida por la achavamos que ela estava mais resguardada por termos um hospede em casa, sem falar que quando notamos a mudanca no comportamento dela fazia apenas uma semana que ela havia tido uma consulta na veterinaria e segundo a propria ela estava com a saude otima para um gato entrando na terceira-idade (ela tem 9 anos), apenas com um pouco de sobre-peso.

Bem, para encurtar, ela teve uma obstrucao do canal das glandulas anais, aquelas glandulas que tem ajudam na funcao de demarcar territorio dos animais. A veterinaria falou que isso eh bem comum em caes e mais raro em gatos e que com a domesticacao dos animais, muitaz vezes essas glandulas praticamente nao sao usadas, ainda mais por gatos indoors como a Mei. Geralmente, quando descoberto ha tempo, apenas extrair o conteudo evita esse problema. No caso da Mei inflamou e virou abscesso e causou uma fistula. Muitas dias depois a veterinaria nos confessou que quando chegamos la com a Mei ela achou que a possibilidade de put her to rest era grande, mas nao nos disse pra nao nos deixar preocupados. Para nossa felicidade o antibiotico receitado resolveu o problema da infeccao, mas causou outro: gastrite. O temor era de ser algo mais grave, ja que nao parava nem agua nos estomago dela e ela “chorava” de dor como nunca haviamos visto. A gastrite foi se resolvida depois de alguns dias de um ritual diario peculiar, 3 vezes ao dia um segurava e outro tinha que enfiar goela abaixo comprimido e/ou a seringa com remedio. Algumas vezes acho que tinha mais remedio em nos e no chao do que realmente era ingerido por ela, ja que ela lutava com unhas e dentes (literalmente) para nao tomar o remedio, ainda traumatizada com o antibiotico.

Enfim, depois de varias visitas a veterinaria tudo se resolveu, mas ficamos cerca de $500 mais pobres. E isso porque nao era nada mais grave e a gastrite se confirmou, ela disse que poderiamos gastar por volta de $2000 so pra descobrir o que era caso a gastrite fosse descartada.

Por isso aconselhamos fortemente para quem tem animais de estimacao tao logo cheguem aqui, de preferencia nos primeiros dias, provindenciar um seguro saude para seu animalzinho. Agora que aprendemos a licao estamos no processo de contratar o seguro, que nao eh tao simples no nosso caso, ja que a Mei ja eh mais velha. Nos foi pedido pela empresa de seguros um check-up completo, exame de sangue e urina e perfil geriatrico (tadinha!), alem do historico medico pois doencas pre-existentes nao sao cobertas.

Eh engracado que tem gente que nao entende, geralmente quem nunca teve animal de estimacao, como se gasta tanto tempo e dinheiro com eles. Seja em epocas dificeis como essa ou quando mudamos dos USA para o Brasil e do Brasil para o Canada, sempre aparecem os que nos classificam de “excentricos”.. Mais que responsabilidade, afinal se voce resolveu adotar/comprar ou ganhou um animal de estimacao voce passa a ser responsavel por ele, os bichinhos fazem parte da familia.

A Claudia fez um post aqui no blog dela falando sobre esse episodio tambem.

Adendo

Repondendo o comentario da Lu:

Entao Lu, eu pesquisei todas as empresas que oferecem seguro no Canada, que nao sao muitas, apenas umas 7 (que nao sejam de fundo de quintal). Vi com HSBC, President’s Choice, Purina e etc, mas fiquei entre a PetSecure e a Trupanion (ex VetInsurance), acabei escolhendo a PetSecure. Seguro eh caro mesmo,  mas na maioria dos casos acho que compensa no minimo a paz de espirito, quando o animal eh jovem pode parecer meio desnecessario e/ou nao compensar, mas animais mais velhos sempre precisam de mais cuidados e se deixar pra contratar um seguro depois, quanto mais velho o animal mais caro o seguro e maiores as exigencias, sendo que a maioria das seguradoras nem aceitam a partir de uma certa idade. O seguro para cachorro sempre eh mais caro, ja que por natureza eles sao “outdoorsy” e passeiam bem mais e estao mais expostos a mais situacoes de acidentes.

No meu caso o seguro da Mei vai sair teoricamente – porque eles oferecem so uma estimativa ate checarem tudo com o veterinario – por volta de $30, incluindo taxas, e o deductible de $300.

Quanto as vacinas e a consulta anual de rotina, a PetSecure tem um plano que cobre tudo, inclusive isso, mas eh bem salgado, a partir de uns $60 por mes. Que me lembre era a unica seguradora que oferecia essa cobertura.

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Sinal de vida

Apenas dando um sinal de vida, ainda nao vai ser dessa vez que vou escrever um post mais longo e/ou detalhado. Ainda muita coisa atrasada pra por em dia, as ultimas duas semanas foram as mais ocupadas nesse nosso primeiro ano de Canada. Fora o de sempre “escola e estagio”, tivemos nossa primeira visita do Brasil, fiz meu primeiro trabalho pago no Canada (ainda que um “bico”) e a Mei ficou doente pela primeira vez.

Ainda tenho que editar as fotos e fazer o upload pro Picasa, mas abaixo seguem duas fotos de aperitivo: o mais famoso cartao postal de Ottawa em dois momentos diferentes.

Mais um pouco sobre o Landing

Ainda sobre o Landing na versao da Claudia:

“Chegamos em Toronto ainda escuro, 5:30h da manha. Ficamos perplexos com o tratamento que recebemos em Toronto, de todas as autoridades com que tivemos que lidar. Todos, sem excecao, foram muito mal-educados, beirando a grosseria. O sujeito da imigracao duvidou descaradamente de tudo que dissemos e so faltou me engolir por que eu tinha colocado apenas as iniciais numa linha de um formulario onde eu deveria ter assinado (tinha outra linha que pedia apenas as iniciais). Sinceramente, teve um momento que eu pensei que ele iria nos mandar de volta. Foi horrivel.

A funcionaria seguinte, a quem entregamos a declaracao de bens, pediu que pagassemos a taxa de entrada da Mei (que era de CAD$30, nao podia ser cheque, nem cartao, nem dolar americano, tinha que ser o canadense) e ficou enfurecida porque o Carlos nao tinha dinheiro trocado. Quando ele pediu desculpas ela tacou um “whatever” na cara dele, acredita? Agora pronto. Somos imigrantes, a moeda deles eh dificil de encontrar e a gente tem a obrigacao de ter o dinheiro trocado?Enfim, tive uma pessima primeira impressao, a ponto de querer dar meia volta. Pensei que os canadenses eram todos uns grossos e que os imigrantes nao eram bem vindos aqui.

Mas gracas a Deus eu estava errada, e quando chegamos em Ottawa tudo foi diferente. Fomos muito bem recebidos e bem tratados por todos, comecando do taxista que nos trouxe ate o homestay. “

Capitulo 2: Landing

Chegando na imigracao a fila ate que nao estava grande. Logo a nossa frente na fila um senhor com estatura de no maximo 1,50m e aparencia de duende falou conosco em uma lingua estranha(que acho que era hebraico pois vi que seu passaporte era israelense), respondi que so falava ingles e ele insistiu com a Claudia. A fila foi andando e chegando nossa vez, ja comecei a notar que os agentes estavam de mau humor, quem sabe talvez por ser tao cedo. Em um dos guiches vi o cara pedindo a carta da escola de uma brasileira que estava entrando com visto de estudante, a menina que nao aparentava ter mais que 20 anos nao entendeu nada e o cara comecou a ficar impaciente e de mais mau humor ainda. Pegou uma carta do agente vizinho, que estava no momento com outro estudante tambem, e falou bem grosso “isto aqui, eu quero ver cada o seu papel igual a esse”. A menina finalmente entendeu e so deu com os ombros, a fila foi andando e nao vi o desfecho da coisa toda, mas acho que ela conseguiu entrar. Fiquei entao torcendo para nao pegar esse agente que ja estava visivelmente aborrecido, mas nao eh que de uns 10 guiches fomos cair justamente no dele! O sotaque dele tambem nao ajudava, dava pra ver que era de algum lugar da India ou Paquistao, parecendo uma ironia estar trabalhando como agente de imigracao. Nao pediu para ver o dinheiro ou prova de fundos, apenas perguntou quanto traziamos e anotou. Como era de se esperar, pois ja estava irritado, foi bem seco e grosso e no final disse um “Welcome to Canada” quase inaldivel, sendo percebido somente por mim.

Saindo da imigracao, fomos pegar as malas, como ja foi dito por muitos, sem cartao de credito internacional ou moedas, nao tem como pegar os carrinhos no Aeroporto de Toronto. Detalhe que o Visa Travel Money nao funcionou para isso, entao tive que apelar pro cartao mesmo, $2 por carrinho, sendo que ao devolve-los a maquina retorna 25 cents. A unica outra opcao que vi sao uns carregadores que cobram, se nao estou enganado, $15 dolares nao sei se por um volume ou dois pois nao peguntei. Depois disso passamos novamente pela Customs, dessa vez a mulher conferiu o formulario que o primeiro funcionario preencheu de acordo com nossas respostas, fez mais algumas perguntas e depois pediu para ver a documentacao da Mei. Falou que nao poderiamos entrar no Canada com a racao trazida do Brazil e a jogou no lixo, depois disso emitiu um papel e me enviou ao caixa para pagar a taxa de entrada do animal. No caixa mais mau humor, quando entreguei uma nota de $100 para pagar os 30 e poucos dolares, ela perguntou se nao tinha dinheiro mais trocado e pedi desculpa respondendo que nao, ela fechou a cara e mandou um “whatever”.

No aeroporto ja pegamos uma pessima ma impressao de Toronto com essas “boas vindas”. La fomos nos pra fazer o check-in da conexao, quando a primeira pessoa simpatica em solo canadense nos atendeu, a funcionaria da Air Canada nao so disse que poderiamos levar a Mei na cabine novamente como tambem nos colocou no primeiro voo para Ottawa, que estava saindo em meia-hora. Havia marcado a conexao para 10h em caso de algum atraso, mas acabou que as boas intencoes da mulher nos levaram a outra correria. Corremos para o portao de embarque onde a fila da checagem de seguranca estava kilometrica, o tempo passava e achava cada vez mais dificil conseguir pegar o voo. Quando no raio-x pediram para esvaziar tudo da mochila da Claudia eu tive certeza que a vaca tinha ido pro Brejo, faltavam menos de 15 minutos pro aviao partir e nos la com o carinha checando objeto por objeto com a maior calma do mundo e eu tentando pensar num mantra zen e ja pensando em chegar la no embarque e nos colocarem no nosso voo mesmo. Quando o cara deu sinal verde para irmos embora, depois de nao encontrar nada suspeito obviamente, passamos pelo Carlos, Lidy e Levi que estavam tomando cafe da manha e nao deu tempo nem de despedir, acho que disse algo como “vamos pegar outro voo, estamos atrasados, tchau…”.

Corremos e conseguimos chegar a tempo, mas para quem acha que seria facil, a caixa de transporte da Mei nao cabia embaixo da cadeira. O aviao estava lotado, minha cadeira era de uma lado e a Claudia ficou do outro. Os passageiros eram em sua maioria executivos fazendo ponte aerea Toronto-Ottawa e eu la tenta o acomodar o transporte no chao. Chamei o comissario de bordo e ele fui com ele ate a porta do aviao, ele chamou alguem no rado encarregado das bagagens e tiveram que embarcar a Mei no porao mesmo. Pelo menos ele foi muito educado e prestativo, no final deu tudo certo. Os 45 minutos ate que passaram rapido e quase duas horas antes do previsto, estavamos pousando em Ottawa…

Capitulo 1: A viagem

15/09/2009. Muito stress. Essa eh a melhor definicao.

Fazer uma viagem intercontinental com 7 malas, duas mochilas e um gato nao eh facil. Ja posso dizer que sou um expert na arte de andar com 2 carrinhos de bagagem ao mesmo tempo, um em cada mao. Pena que ainda nao tem essa modalidade nas olimpiadas, pq eu traria alguma medalha pra casa.

Tudo comecou ainda antes do check-in. Tivemos que trocar o tapete absorvente cheio de xixi, a Mei tem pavor de transporte desde a viagem  USA/Brasil, pra ela estar num transporte ela sabia que a coisa nao era boa. Pra completar tinhamos que dar um remedio calmante recomendado pela veterinaria. Nao foi muito facil, acho que metade do remedio caiu no chao mas foi o suficiente, logo ela ficou calminha “curtindo a lombra”.

No check-in da TAM foi preciso bastante choro para nao pagar o excesso dos nossos terceiros volumes no trecho Fortaleza-SP ja que a rigor teriamos que pagar mesmo, afinal, eh uma cortesia oferecida pela Air Canada, nao constando no bilhete. Ja a Mei nao pode ir na cabine pois o transporte era muito grande. Mas olha que ainda era pouco menor que o recomendado para o tamanho dela. Nos sites das companhias aereas tem varias recomendacoes sobre os tamanhos do transporte, bebedouro e etc. A rigor nao tem ninguem preocupado com isso, a unica coisa que checam eh tamanho do transporte(para saber se da pra ir na cabine ou nao) e atestado de vacina, nada mais. Tiramos ate o bebedouro da portinha do transporte por recomendacao no propria check-in, pois disseram que ele poderia cair durante a estadia no compartimento de carga.

Bagagens e Mei despachadas(coracao na mao), o check-in tomou tanto tempo que as despedidas tiveram que ser rapidas. Melhor assim.

Em SP tivemos que pegar as bagagens e a Mei para fazer a conexao. Nossos companheiros de viagem foram para um semi-hotel que fica dentro do aeroporto mesmo com o filho Levi, que estava febril. Ate pensei nessa possibilidade no planejamento da viagem, mas que foi descartada pq eles nao aceitam animais de qualquer tipo. Fomos entao procurar um banquinho simpatico localizado proximo a area de check-in da Air Canada, ja que ali seria nossa residencia pelas proximas 5 horas. Lugar estrategicamente escolhido perto de uma tomada e uma mesinha para colocar a caixa de transporte da Mei. Acampamento feito, fui procurar cartao pre-pago de acesso wireless pra internet. A tarefa teoricamente facil me levou ao outro extremo do aeroporto de Guarulhos, enquanto Claudia e Mei esperavam nos bancos. Depois de percorrer aproximadamente 5 estabelecimentos comerciais, incluindo a propria Telefonica,pois todos estavam sem o cartao. Acabei comprando um cartao da Vex numa farmacia de acesso para 24hs por R$25(outra opcao era 2hs por R$15) que funcionou perfeitamente.

Tanto empenho nao era somente para ajudar a passar o tempo, mas ate o momento nao tinhamos lugar definido para ficar quando chegassemos em Ottawa. Na vespera da viagem recebi um email dizendo que por um imprevisto nosso lugar nao estava disponivel ainda. Nada de panico, um problema de cada vez. Email vai, email vem, em Guarulhos, horas antes de chegar no Canada fiquei sabendo que estava tudo resolvido.

Proximo passo, check-in da Air Canada. O guiche so abre 17hs, mas 16:30h ja tinha fila. Novo problema, a atendente da TAM, que tinha sido muito simpatica, por engano ficou com a original e nos devolveu a copia do CZI(certificado de vacina internacional) da Mei. Fomos orientados a ir no Departamento de Agricultura tirar um novo documento. Para dar tempo, Claudia foi fazer isto e eu pagar a passagem da Mei no escritorio da Air Canada, que fica num corredor escondido por tras dos guiches. Departamento de agricultura do nosso lado do aeroporto ja estava fechado, mandaram a Claudia pro outro que ficava no lado oposto do aeroporto. Nova correria, chegando la o cidadao disse que nao poderia emitir outro CZI pq o atestado do veterinario estava vencido, segundo ele teria validade de 3 dias, o que sabiamos eh que eram 10 dias, estando escrito no atestado. Largou uns carimbos e disse que era o melhor que podia fazer, teriamos que tirar um novo atestado em algum veterinario em Guarulhos para um novo CZI, ou seja, voo so no dia seguinte. Voltando no guiche da Air Canada, depois de muita conversa e psicologia consegui convencer o atendente a embarcar a Mei, mesmo sabendo que corria o risco de algo dar errado na entrada no Canada, segundo as palavras dele(e que era verdade). Pelo menos conseguimos embarcar a Mei na cabine conosco, pra o maior trecho da viagem.

No aviao o “aeromoco” foi logo dizendo assim que pus o pe dentro do aviao que que o gato nao poderia ir na nossa fileira(a primeira). Achei que era brincadeira e so respondi que podia sim, que ja estava tudo ok(cansado depois de tanto stress), ele retrucou dizendo que nao estava ok e continuei achando que era brincadeira, pois ele sorria o tempo todo(cinismo).  Outra pessoa veio falar conosco, esse explicou que nada podia ir no chao do aviao e como nossa fileira era a primeira depois da primeira classe, teriamos que mudar de fileira. Fala com um daqui, fala com outro ali, as pessoas nao entendiam o que eles falavam pois nesse ponto toda crew do aviao era canadense e os passageiros brasileiros, acabou que a Lidy e o Levi estavam logo atras de nos e nos quebraram o galho levando a Mei nos pes.

Depois de servirem o jantar ainda assisti o ultimo Exterminador do Futuro antes da porcaria da minha telinha travar e nao passar mais nada. Nao consegui dormir mais que meia-hora, pensando no landing, documentos da Mei, chegada em Ottawa e tudo mais. Depois de preencher o formulario do customs ainda teve um cafe da manha, com direito ao primeiro copo de cafe com leite aguado ao estilo norte-americano.

Chegamos em Toronto ainda escuro, 5:30h da manha. Primeiro passo depois dos interminaveis corredores foi o primeiro posto do Customs. Todos, sem excecao de nacionalidade e incluindo canadenses, entraram na fila. No guiche, o carinha com o maior mau-humor do mundo, com cara de quem tinha acabado de acordar, fez perguntinhas basicas, so confirmando o que escrevemos no formulario e nos mandou pra fila seguinte: a imigracao.

To be continued…

No one left behind

Estou devendo um post sobre a viagem do nosso pet, a Mei, para a Carol e Luciano do Minha Neve. O Ultranol fez um post que explica bem.
Estavamos pensando na possibilidade de ir na frente e depois manda-la como carga viva, mas depois de pegar o orcamento do servico esse problema foi resolvido. A Doc Dog deu algo em volta de R$2500 reais, portanto nem liguei para a Sysbrac, ja que nem com bom desconto seria uma coisa viavel para nos. Acho que as pessoas so devem contratar esse tipo de servico se nao existir absolutamente outra maneira. Nao lembro exatamente o detalhamento de custos agora, mas levando a Mei conosco vai sair entre R$600/800 incluindo tudo, trecho Air Canada/TAM, isso se ela for despachada no compartimento de bagagem, se for possivel leva-la como bagagem de mao ainda sai um pouco mais barato. A Air Canada da essa opcao, pode transportar o animal tanto na cabine quanto no compartimento de bagagem, muitas companhias oferecem apenas uma das opcoes. Observando que durante determinados periodos(20 de junho a 10 de setembro e 18 de dezembro a 7 de janeiro) nao eh permitido embarque no compartimento de bagagem, mas somente na cabine. Outra coisa importante eh atentar para os detalhes das medidas, o transporte do animal para ir na cabine tem que ter as especificacoes maximas de bagagem de mao(incluindo o peso de 10kg somados transporte e animal), ao mesmo tempo que o transporte tem recomendacoes minimas de tamanho para minimizar seu desconforto(ele tem que conseguir se virar dentro do transporte, ficar em pe, etc)ou seja, a nao ser que voce tenha um poodle ultra-toy, uma tartarguinha de aquario ou um hamster o transporte fatalmente vai ultrapassar as medidas minimas. Segundo amigos, no check-in eles nao medem a caixa transporte, apenas pesam para ver se esta dentro dos 10kgs, entao acredito que se passar um pouco nao deve haver problema, resta saber se tem como acomodar a caixa no chao do seu assento sem ficar incomodo para voce e/ou companheiro(s) de viagem.
Estou devendo um post sobre a viagem do nosso pet, a Mei, para a Carol e Luciano do Minha Neve. O Ultranol fez um post que explica bem o processo, entao vou apenas fazer uns comentarios adicionais.
Estavamos pensando na possibilidade de ir na frente e depois manda-la como carga viva, mas depois de pegar o orcamento do servico esse problema foi resolvido. A Doc Dog deu algo em volta de R$2500 reais, portanto nem liguei para a Sysbrac, ja que nem com bom desconto seria uma coisa viavel para nos. Acho que as pessoas so devem contratar esse tipo de servico se nao existir absolutamente outra maneira. Nao lembro exatamente o detalhamento de custos agora, mas levando a Mei conosco vai sair entre R$600/800 incluindo tudo, trecho Air Canada/TAM, isso se ela for despachada no compartimento de bagagem, se for possivel leva-la como bagagem de mao ainda sai um pouco mais barato. A Air Canada da essa opcao, pode transportar o animal tanto na cabine quanto no compartimento de bagagem, muitas companhias oferecem apenas uma das opcoes. Observando que durante determinados periodos(20 de junho a 10 de setembro e 18 de dezembro a 7 de janeiro) nao eh permitido embarque no compartimento de bagagem, somente na cabine. Outra coisa importante eh atentar para os detalhes das medidas, o transporte do animal para ir na cabine tem que ter as especificacoes maximas de bagagem de mao (incluindo o peso de 10kg somados transporte e animal), ao mesmo tempo que o transporte tem recomendacoes minimas de tamanho para minimizar seu desconforto (ele tem que conseguir se virar dentro do transporte, ficar em pe, etc) ou seja, a nao ser que voce tenha um poodle ultra-toy, uma tartaruguinha de aquario ou um hamster o transporte fatalmente vai ultrapassar as medidas minimas. Segundo amigos, no check-in eles nao medem a caixa transporte, apenas pesam para ver se esta dentro dos 10kgs, entao acredito que se passar um pouco nao deve haver problema, resta saber se tem como acomodar a caixa no chao do seu assento sem ficar incomodo para voce e/ou companheiro(s) de viagem.

Em relacao a companhias aereas eu nao recomendaria voar pelas empresas americanas, tenho visto varios relatos de experiencias pessimas, desde o despreparo e desinformacao dos funcionarios como lidar com o assunto e ate mesmo perder os pobres animais, passando ainda pelo risco de perder conexao pela morosidade na imigracao americana (mesmo estando so de passagem). Tudo isso aconteceu mais de uma vez com conhecidos. Acho que a unica vantagem de se voar por uma empresa americana eh pagar uma passagem um pouco mais barata, mas todo mundo sabe que o barato sai caro.

Mas tem uma coisa bem chata que deve ser considerada ao voar pela Air Canada para quem esta partindo de fora de Sao Paulo, como eh nosso caso. A conexao em SP, de onde sai o voo da Air Canada eh bem cansativa, ficaremos umas 8 horas no aeroporto esperando a conexao. Estamos partindo de Fortaleza e voando pela TAM(parceira da Air Canada) esse eh o unico voo viavel, todos os outros nao chegam a tempo para fazer a conexao.
Acho que eh basicamente isto, se houver algo que nao tenha dito aqui ou se quiserem mais detalhes sobre qualquer coisa eh so perguntar.